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5 motivos para comprar carros seminovos em 2016

5 motivos para comprar carros seminovos em 2016


Com o passar dos anos, se torna inevitável a troca do carro. A manutenção e o seguro começam a ficar caros demais, e o veículo passa a se desvalorizar a cada dia que passa. Quando as famílias começam a pensar em trocar de carro, logo partem para a ideia de um carro zero. Por mais que seja uma ótima saída, às vezes não é o que cabe no bolso nesse momento.

Por isso, vale a pena procurar carros usados. Nesse artigo, vamos mostrar cinco motivos do porquê vale a pena investir nesse tipo de veículo.

Preço

Esse é o primeiro fator. Muitas vezes, um carro de dois ou três anos acaba tendo uma boa diferença de preço em relação a um carro zero, e pode ser bem mais interessante para o consumidor dependendo da sua faixa de renda. Poder economizar um pouco nesse sentido é bem vantajoso e torna ainda mais interessante a compra.

Manutenção


Vale ressaltar uma coisa: carros muito antigos nem sempre são um bom investimento justamente pelo seu tempo de uso e, consequentemente, desgaste natural de peças, estofado e lataria. Por isso, na hora de você procurar por um carro usado, vale a pena pesquisar sobre o custo da manutenção. Em comparação com os carros zero, alguns modelos mais antigos são bem mais baratos na hora de uma troca de óleo ou mais econômicos no uso do combustível.

Modelo


Outro ponto bem interessante e que se deve levar em conta na hora da pesquisa de um carro usado é o modelo disponível. A evolução que é oferecida pelas produtoras de veículo traz novidades em design e outros fatores que nem sempre são relevantes para o desempenho do veículo. Se você vai comprar um carro em 2014 e encontra um modelo 2011 em ótimo estado de conservação e com pouca quilometragem, com certeza vai sair no lucro se levar o modelo do ano.
Uso

Esse é outro ponto que deve ser levado em conta. Dependendo para o que o carro vai ser utilizado – é para viagens? Ou só para se locomover na cidade? Ainda ser utilizado em viagens de negócios? –, vale a pena optar por um carro usado justamente pela diferença do preço e pela manutenção mais baixa.

Consumo

Alguns modelos mais antigos são bem mais econômicos que um modelo zero. Na ponta do lápis, vale a pena economizar em tudo, e o consumo de combustível, dependendo daquele fator que mencionamos acima e que envolve o uso do veículo, é um item importante.

Dica final


Finalmente, vale a pena ressaltar que a opção por um carro usado é muito válida. Só não vá escolher um veículo bem velho e caindo aos pedaços, já que o gasto com a manutenção do modelo será bem maior em comparação com um exemplar mais novo. Lembre-se: em alguns momentos, o barato sai caro.

por Salão do Carro.
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Venda total de veículos cresce 1,59%, revela Fenabrave

Venda total de veículos cresce 1,59%, revela Fenabrave


As vendas de veículos novos do Brasil tiveram alta de 1,59% em novembro ante outubro, informou hoje a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Já na comparação com igual mês do ano passado, houve queda de 33,74%. No penúltimo mês do ano, foram emplacados 195.212 veículos.

Com o resultado, as vendas de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus novos no País acumulam queda de 25,15% neste ano até novembro, em relação a igual período de 2014, segundo a federação. Esse recuo é mais intenso do que a retração de 24,25% registrada até outubro. De janeiro a novembro, foram emplacados 2.341.256 veículos, 786,5 mil unidades a menos do que em igual período do ano passado.

Os automóveis e comerciais leves, juntos, registram crescimento de 2,2% ante outubro, mas baixa de 32,33% ante novembro do ano passado. No mês, foram emplacados 189.358 unidades, sendo 165.986 automóveis (alta de 1,72% na variação mensal e queda de 29,3% na comparação anual) e 23.372 comerciais leves (retrações de 1,32% e 48,1%, respectivamente).

O segmento de ônibus licenciou, em novembro, 1.119 unidades, expansão de 2,57% ante outubro, mas recuo de 57,85% na comparação com igual mês do ano passado. O segmento de caminhões emplacou 4.735 unidades no penúltimo mês do ano, o equivalente a baixa de 18,14% ante outubro e tombo de 61,08% frente igual mês de 2014.
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A crise brasileira ainda deve piorar. Bom para você.

A crise brasileira ainda deve piorar. Bom para você.
Tanta incerteza política contaminará a economia, que provavelmente ainda piorará mais antes de começar a melhorar.

E como, afinal, este quadro de caos pode ser bom para você? De várias formas.
Em primeiro lugar, o fosso econômico é inegavelmente profundo, mas ao menos devemos parar de cavá-lo até o final deste ano ou início do ano que vem, após a queda da inflação e o pico da crise política, o que em relação ao nosso passado recente não deixa de ser uma boa notícia considerando-se que o estamos cavando há pelo menos 5 anos.

Segundo, a crise política e as investigações sobre corrupção impactam negativamente a economia, mas se levarem à efetiva condenação dos culpados, podem reverter a cultura de impunidade reinante no país há tempos. Com o Supremo Tribunal Federal aparelhado politicamente, isto está longe de estar garantido, mas se a pressão popular ferver nas ruas na época dos julgamentos, como provavelmente acontecerá, será que os juízes ousariam terminar tudo em pizza? Se os poderosos forem condenados de forma exemplar, todos os outros brasileiros, bem menos poderosos, pensarão duas vezes sobre os riscos antes de praticarem atos ilícitos e os impactos positivos sobre a forma de se fazer negócios no Brasil serão enormes.

Terceiro, quando a economia está ajudando, até profissionais menos competentes e empresas menos eficientes conseguem sair-se relativamente bem. No deserto das crises, as diferenças de desempenho entre os melhores e os demais ficam mais gritantes, gerando oportunidades para profissionais e empresas capazes de tomarem decisões duras ou ousadas, que muitas vezes são postergadas em momentos de calmaria. No auge da crise 1929, por exemplo, a IBM investiu 6% do seu faturamento em um centro de pesquisas que acabou tornando-a, a única empresa capaz de processar os dados de 28 milhões de beneficiários do seguro social americano, criado em 1935 em resposta aos efeitos perversos da própria crise econômica. As empresas e os profissionais mais competentes costumam sair fortalecidos das crises. O desafio, mas também a oportunidade é usar a crise como um estilingue para catapultar-nos a um nível de eficiência maior. Sem a pressão da crise, talvez nunca fizéssemos isso. As melhores empresas e melhores profissionais nunca desperdiçam uma crise.

Quarto, há empresas, linhas de negócios e produtos que só nascem ou prosperam em função de crises econômicas. O Idealab, da Califórnia, que já lançou mais de 125 novas empresas, realizou uma pesquisa sobre as razões do sucesso destas e outras novas empresas e, para própria surpresa, descobriu que a razão mais importante para o sucesso ou fracasso de uma startup não é a ideia, a equipe, seu modelo de negócio ou sua forma de financiamento, mas quando a empresa é lançada. Mais surpreendente, muitas empresas só tiveram sucesso porque foram lançadas em crises econômicas. Os dois casos recentes mais marcantes são o Airbnb – uma empresa de reservas de acomodações em casas e apartamentos lançada em novembro de 2008, hoje presente em mais de 35.000 cidades e 192 países – e o Uber – uma empresa de caronas remuneradas criada em março de 2009. As ideias das duas empresas foram, inicialmente, recebidas com muito ceticismo por investidores que alegavam que ninguém aceitaria estranhos em seu carro ou casa e que, por consequência, as empresas não teriam viabilidade econômica.

A crise imobiliária e financeira nos EUA e Europa mudou esta realidade. Com a alta do desemprego, muitos viram nos serviços da empresa a alternativa para aumentarem suas fontes de renda, o que permitiu que as empresas conseguissem atrair negócios e financiamento e crescessem. Com 6 anos de vida, o Airbnb vale hoje R$88 bilhões e o Uber vale R$176 bilhões. Com mais de 60 anos de existência, a Petrobras vale R$137 bilhões

Matéria: Ricardo Amorin
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