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IPVA Falso? Tome os devidos cuidados, saiba como.

IPVA Falso? Tome os devidos cuidados, saiba como.

Detran esclarece pagamento do IPVA, DPVAT e Licenciamento
O Departamento de Trânsito do Paraná (Detran) orienta os proprietários de veículos para o pagamento de três taxas anuais. As duas primeiras são referentes ao Imposto sobre Propriedade de Veículo Automotor (IPVA) e o Seguro Obrigatório (DPVAT), que devem ser pagas a partir de 21 de janeiro. Já no segundo semestre, ocorrerá à cobrança do Licenciamento Anual de Veículo.

IPVA - De competência da Secretaria de Estado da Fazenda, o IPVA tem 50% dos recursos destinados aos municípios, de acordo com o número de veículos licenciados na localidade.

O proprietário pode pagar à vista com desconto de 3%, aos contribuintes que optarem pela quitação em parcela única, conforme calendário por final da placa do veículo. É possível consultar a data pelo Renavam no site www.fazenda.pr.gov.br. Há, ainda, a opção do parcelamento em três vezes, nos meses de janeiro, fevereiro e março. Se não for quitado no período, o imposto só poderá ser pago de forma integral.

Veículos novos não podem ter o IPVA parcelado, de acordo com a Lei Estadual 14.260/2003, Art. 11, II. Quem possui o veículo zero quilômetro deve fazer o pagamento em até 30 dias da emissão da nota fiscal. No caso de veículos isentos de IPVA, o vencimento do DPVAT será junto do Licenciamento.

A taxa pode ser paga diretamente no caixa de atendimento, com o número do Renavam, ou nas instituições bancárias credenciadas pelo Governo do Paraná: Banco do Brasil, Bancoob e Rendimento, Bradesco, Itaú e Sicredi. Ou, também, por boleto bancário, que deve ser impresso no endereço eletrônico da secretaria.

Neste ano, muitas pessoas ficaram com dúvidas ao receber no final de 2015 os boletos enviados pela Sefa, que são verdadeiros. Segundo a Secretaria, algumas correspondências foram enviadas em dezembro por uma questão de logística, mas a data está como 2016 por causa do sistema de impressão utilizado.

Para maiores dúvidas, basta procurar o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) da Secretaria da Fazenda do Paraná: (41) 3200- 5009 para quem mora em Curitiba e 0800 41 1528 para demais cidades do Estado.

DPVAT - O Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres (DPVAT) é administrado pela Seguradora Líder – designada pelo governo federal.

O seguro foi criado para indenizar vítimas de acidentes de trânsito em todo o País. Do valor pago pelos proprietários, 50% são destinados, diretamente pela rede bancária, ao Ministério da Saúde (45%) e ao Departamento Nacional de Trânsito (5%). A outra parte é direcionada à Seguradora para o pagamento das indenizações das vítimas.

O vencimento ocorre com o IPVA e é destinado àqueles que sofrem acidentes de trânsito, seja motorista, passageiro ou pedestre.

Motos, ônibus, micro-ônibus e vans, desde que sejam usados, podem parcelar em três vezes o valor junto do IPVA. A guia de recolhimento deve ser retirada no site www.dpvatsegurodotransito.com.br/pagamento e paga no Banco do Brasil, Sicredi, Bancoob e Rendimento. As taxas variam de R$105,65 a R$ 396,49, dependendo de cada tipo de veículo.

LICENCIAMENTO – A cobrança do Licenciamento Anual de Veículo ocorre no segundo semestre do ano e é de competência do Detran. A data de vencimento varia de acordo com o dígito final do veículo e pode ser consultada no site www.detran.pr.gov.br.

Para veículos com dígito final 1 e 2 o vencimento ocorre em agosto. Já para final 3, 4 e 5 os proprietários devem efetuar o pagamento em setembro. Para veículos que terminam com 6, 7 e 8 o vencimento é em outubro e, por fim, 9 e 0 em novembro.

A taxa deve ser paga no Banco do Brasil ou no Sicredi e, em seguida, o documento será encaminhado pelos Correios para o endereço cadastrado junto ao órgão - que deve estar atualizado.

“O Detran busca aprimorar as formas de recebimento da guia com convênios para dar mais facilidade ao usuário, sempre mantendo a segurança e integridade do processo”, garante o diretor-geral do Detran, Marcos Traad.

O documento de Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo (CRLV) é de porte obrigatório, na forma original, e só é emitido após a quitação do Licenciamento e de todos os demais débitos, como multas e IPVA.

O motorista flagrado circulando com veículo não licenciado comete uma infração gravíssima. O art. 230 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) prevê aplicação de multa de R$ 191,54, sete pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH), e apreensão do veículo.
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5 motivos para comprar carros seminovos em 2016

5 motivos para comprar carros seminovos em 2016


Com o passar dos anos, se torna inevitável a troca do carro. A manutenção e o seguro começam a ficar caros demais, e o veículo passa a se desvalorizar a cada dia que passa. Quando as famílias começam a pensar em trocar de carro, logo partem para a ideia de um carro zero. Por mais que seja uma ótima saída, às vezes não é o que cabe no bolso nesse momento.

Por isso, vale a pena procurar carros usados. Nesse artigo, vamos mostrar cinco motivos do porquê vale a pena investir nesse tipo de veículo.

Preço

Esse é o primeiro fator. Muitas vezes, um carro de dois ou três anos acaba tendo uma boa diferença de preço em relação a um carro zero, e pode ser bem mais interessante para o consumidor dependendo da sua faixa de renda. Poder economizar um pouco nesse sentido é bem vantajoso e torna ainda mais interessante a compra.

Manutenção


Vale ressaltar uma coisa: carros muito antigos nem sempre são um bom investimento justamente pelo seu tempo de uso e, consequentemente, desgaste natural de peças, estofado e lataria. Por isso, na hora de você procurar por um carro usado, vale a pena pesquisar sobre o custo da manutenção. Em comparação com os carros zero, alguns modelos mais antigos são bem mais baratos na hora de uma troca de óleo ou mais econômicos no uso do combustível.

Modelo


Outro ponto bem interessante e que se deve levar em conta na hora da pesquisa de um carro usado é o modelo disponível. A evolução que é oferecida pelas produtoras de veículo traz novidades em design e outros fatores que nem sempre são relevantes para o desempenho do veículo. Se você vai comprar um carro em 2014 e encontra um modelo 2011 em ótimo estado de conservação e com pouca quilometragem, com certeza vai sair no lucro se levar o modelo do ano.
Uso

Esse é outro ponto que deve ser levado em conta. Dependendo para o que o carro vai ser utilizado – é para viagens? Ou só para se locomover na cidade? Ainda ser utilizado em viagens de negócios? –, vale a pena optar por um carro usado justamente pela diferença do preço e pela manutenção mais baixa.

Consumo

Alguns modelos mais antigos são bem mais econômicos que um modelo zero. Na ponta do lápis, vale a pena economizar em tudo, e o consumo de combustível, dependendo daquele fator que mencionamos acima e que envolve o uso do veículo, é um item importante.

Dica final


Finalmente, vale a pena ressaltar que a opção por um carro usado é muito válida. Só não vá escolher um veículo bem velho e caindo aos pedaços, já que o gasto com a manutenção do modelo será bem maior em comparação com um exemplar mais novo. Lembre-se: em alguns momentos, o barato sai caro.

por Salão do Carro.
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Nova Toyota Hilux, que será flex em 2016, já se parece com sedã

Nova Toyota Hilux, que será flex em 2016, já se parece com sedã


A Toyota apresentou, nesta quinta e sexta-feira (5 e 6), a oitava geração da Hilux, referência entre picapes médias e que disputa a liderança do segmento no Brasil com a Chevrolet S10. O utilitário chega às concessionárias em 18 de novembro, com versões custando entre R$ 114.860 (chassi, câmbio manual de seis marchas) e R$ 188.920 (Cabine Dupla SRX, automática de seis marchas). Em qualquer caso, o motor é 2.8 turbodiesel com tração 4x4, com mudança de proposta.

Produzida em Zárate (Argentina), a nova Hilux somente terá opção com tração traseira e motor flex no segundo semestre de 2016. Até lá, a Toyota fará um "bem bolado" ao vender também a atual geração para atender à demanda pelo motor bicombustível. Esta solução visa aumentar o tempo de desenvolvimento do motor, que continuará a ser o 4-cilindros aspirado de 2,7 litros, mas com potência (atualmente em 160 cv), torque e eficiência de consumo atualizados.

"O lançamento fatiado não vai afetar as vendas, pois o diesel é responsável por 85% delas", calculou Evandro Maggio, diretor de marketing e produto da fabricante japonesa. O objetivo é seguir emplacando mais de 40 mil unidades ao ano, brigando carro a carro com a S10 pela liderança.
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O futuro está cada vez mais próximo, primeiro carregador de veículos universal é entregue.

O futuro está cada vez mais próximo, primeiro carregador de veículos universal é entregue.


O futuro está cada vez mais próximo de nós. Automóveis movidos a fontes não convencionais como hidrogênio e eletricidade estão sendo cada vez mais desenvolvidos e o Brasil ganhou seu primeiro carregador de veículos universal no posto Graal 67, da Rodovia Anhanguera, em São Paulo. O equipamento foi fornecido pela ABB, para o posto desenvolvido pela CPFL Energia, Graal e CCRAutoBAn, concessionária responsável pela administração do Sistema Anhanguera-Bandeirantes.

“O eletroposto é uma parceria entre várias empresas a fim de viabilizar um projeto de mobilidade. A ABB tem expertise em desenvolvimento, instalação e manutenção de infraestrutura para carregamento de veículos elétricos, não podíamos deixar de contribuir”, explicou o gerente geral da unidade de Negócios de Power Conversion da ABB, Michael Gaechter (foto).

O equipamento fornecido é capaz de reabastecer 80% da bateria em meia hora e já está presente em mais de outros dois mil eletropostos pelo mundo. O tempo de carregamento varia de 15 a 30 minutos em DC (corrente contínua) e 30 a 60 minutos em AC (corrente alterna) e pode carregar até dois veículos simultaneamente.

Este é o primeiro empreendimento de um projeto para criar um corredor intermunicipal para veículos elétricos do País, interligando Campinas a São Paulo. A iniciativa faz parte do Programa de Mobilidade Elétrica da CPFL Energia, que estuda os impactos da utilização dos veículos elétricos financiado com recursos do programa de P&D da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A pesquisa, iniciada em 2013, receberá R$ 21,2 milhões em investimentos até 2018, ano de sua conclusão.
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Tecnologias que irão revolucionar o mercado de automóveis

Tecnologias que irão revolucionar o mercado de automóveis


Esqueça aquele sonho de ter um Herbie, o fusca turbinado, pois o setor automobilístico está passando por uma nova revolução com o desenvolvimento de carros inteligentes. Em um futuro não muito distante, a Internet das Coisas (IoT) vai mudar o modelo de veículos que conhecemos atualmente. Já é possível encontrar funcionalidades tão inovadoras em paineis de automóveis que os carros são mais do que meios de locomoção e se tornam verdadeiros computadores de rodas. Um estudo recente da Tata Consultancy Service (TCS) mostra que só em 2015 cada empresa do setor dee automóveis investirá em média 93,5 milhões de dólares em projetos de IoT no mundo e este número pode passar para 102 milhões de dólares até 2018.

Aquela velha dificuldade de estacionar em uma vaga apertada está se tornando ultrapassada pois, hoje em dia, o carro já consegue fazer isso sozinho. Esta era uma ideia, inimaginável há alguns anos, mas já é uma realidade e é o primeiro passo para o desenvolvimento de veículos totalmente autônomos.
Grandes empresas de tecnologia desenvolvem protótipos e testam carros totalmente autônomos, que são capazes de se guiar sozinho, sem a necessidade de um condutor. Esses automóveis oferecem total segurança e funcionam com tecnologias de câmeras de detecção que permitem ao carro identificar o que acontece ao seu redor, e com tecnologias e programas instalados que o ajudam a avaliar a situação e agir corretamente.

Há muita expectativa para que até 2030 que os veículos já estejam em circulação pelas ruas e guiando passageiros com total funcionamento tecnológico. Uma pesquisa da Automotive Industry Solutions (IHS) prevê que o número de ‘carros conectados’ vai saltar de 23 milhões em 2014 para mais de 150 milhões em 2020.

A indústria automotiva está investindo basicamente em três principais fontes de receita de IoT: infotainment (informação e entretenimento) dentro dos carros como serviços de streaming, interação e verdadeiras assistentes pessoais que sabem da sua agenda, monitoramento de desempenho do veículo (carros capazes de fazer o próprio diagnóstico em caso de defeito) e assistentes de segurança do condutor (como câmeras de monitoramento e condução do veículo). Cada vez mais, muitos desses recursos estarão disponíveis no mercado e inúmeros projetos estão em teste e desenvolvimento neste momento.

Em meio a toda essa mudança, as empresas automotivas não colheram grandes vitórias de receita ainda. As empresas registraram um aumento de receita média de 9,9% de suas iniciativas em Internet das Coisas em 2014 sobre 2013, e projetam um novo aumento relativamente modesto de 12,3% entre 2015 e 2018, segundo estudo da TCS.

Ainda há muito caminho para percorrer e as empresas automobilísticas precisam investir em fatores que trarão o sucesso para projetos de IoT. Um viés importante a ser levado em consideração na indústria é que as companhias precisam deixar de pensar apenas como fábricas de carro e passar a se enxergarem como empresas de software.

No atual cenário, muitas empresas de tecnologia pretendem investir e abocanhar uma grande fatia deste bolo que costumava ter poucos nomes. Se os grandes players do setor automotivo não investirem em projetos integrados e revolucionários com novos designs, eles perderão muito espaço. Pois é a inovação que vai gerar novas oportunidades de negócios e de receitas.
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Venda total de veículos cresce 1,59%, revela Fenabrave

Venda total de veículos cresce 1,59%, revela Fenabrave


As vendas de veículos novos do Brasil tiveram alta de 1,59% em novembro ante outubro, informou hoje a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Já na comparação com igual mês do ano passado, houve queda de 33,74%. No penúltimo mês do ano, foram emplacados 195.212 veículos.

Com o resultado, as vendas de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus novos no País acumulam queda de 25,15% neste ano até novembro, em relação a igual período de 2014, segundo a federação. Esse recuo é mais intenso do que a retração de 24,25% registrada até outubro. De janeiro a novembro, foram emplacados 2.341.256 veículos, 786,5 mil unidades a menos do que em igual período do ano passado.

Os automóveis e comerciais leves, juntos, registram crescimento de 2,2% ante outubro, mas baixa de 32,33% ante novembro do ano passado. No mês, foram emplacados 189.358 unidades, sendo 165.986 automóveis (alta de 1,72% na variação mensal e queda de 29,3% na comparação anual) e 23.372 comerciais leves (retrações de 1,32% e 48,1%, respectivamente).

O segmento de ônibus licenciou, em novembro, 1.119 unidades, expansão de 2,57% ante outubro, mas recuo de 57,85% na comparação com igual mês do ano passado. O segmento de caminhões emplacou 4.735 unidades no penúltimo mês do ano, o equivalente a baixa de 18,14% ante outubro e tombo de 61,08% frente igual mês de 2014.
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As oportunidades e descontos da compra de automóveis via CNPJ

As oportunidades e descontos da compra de automóveis via CNPJ
Abatimento para quem compra carro zero km como pessoa jurídica pode chegar a 20%

Mais de um quarto das vendas de automóveis no país é feita para pessoas jurídicas. Chamada de venda direta, ela é uma modalidade muitas vezes ignorada até mesmo por quem já tem CNPJ, e oferece descontos ainda mais importantes em tempos de dinheiro curto no bolso.

Para ter direito ao benefício, basta ter registro ativo no CNPJ - ou seja, microempresários, profissionais autônomos com firma aberta e microempreendedores individuais (MEI) também estão na lista. "Caso tenha aberto a empresa ontem e queira comprar apenas uma unidade, o desconto já é oferecido", diz Fabio Iannucci, responsável pelas vendas diretas da concessionária Fiat Itavema. Os descontos para uma compra única na Fiat vão desde 10% para Uno Vivace até 20% para Fiat Strada, e aumentam conforme a quantidade de unidades adquiridas. "Muitos micro e pequenos empresários desconhecem essa alternativa de compra e acabam adquirindo o veículo no varejo sem essas vantagens. Seja o dono da padaria da esquina, da oficina mecânica ou do mercadinho do bairro, todos podem ter direito aos descontos", enfatiza Iannucci.

Segundo o diretor de vendas da Volkswagen, Ivan Segal, o desconto é possível graças a uma vantagem tributária. "Na venda direta apenas um faturamento é realizado. A concessionária é apenas a intermediária, não há margem de lucro para ela", afirma.

Na semana passada, a Volkswagen lançou uma campanha nacional voltada para microempresários, na qual destaca um desconto de 15% para quem comprar a Saveiro como pessoa jurídica. "Queremos mostrar que comprar direto da fábrica oferece muitos benefícios, a começar de um desconto de 10 a 20% do valor de tabela", diz Segal.

Na venda direta também existe a facilidade de configurar o carro de acordo com o interesse e a necessidade do consumidor. "Como o pedido é feito diretamente à fábrica, a inclusão de acessórios acaba saindo mais barata do que se fosse feita posteriormente, já na concessionária. Ou seja, é uma venda personalizada", diz Iannucci.

A única desvantagem está no prazo de entrega do veículo, que acaba está condicionado à demanda de fábrica, podendo variar de 10 a 40 dias. Se o carro que o consumidor quiser já estiver disponível no pátio na configuração desejada, porém, a entrega pode ocorrer em poucos dias.

De acordo com a Fenabrave, a Fiat é líder nessa modalidade de negócio com 26,61% do mercado, seguida pela Volkswagen com 18,85% e Chevrolet com 12,75%.
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Licenciamento para placas 9 e 0 vence em novembro, Fique atento.

Licenciamento para placas 9 e 0 vence em novembro, Fique atento.



A partir deste domingo (1º) até dia 30 de novembro, os proprietários de veículos Paranaenses com placa 9 e 0 têm o prazo máximo para pagar o Licenciamento Anual - exercício 2015. Além da apreensão do veículo, quem for flagrado com veículo não licenciado comete uma infração gravíssima, recebe 7 pontos na Carteira Nacional de Habilitação e pagará uma multa de R$ 191,54.

“O documento de Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo (CRLV), de porte obrigatório do veículo e na forma original, só é emitido após a quitação do Licenciamento Anual e demais débitos. Após o pagamento, o documento é enviado diretamente para o endereço cadastrado junto ao sistema do Detran em até 15 dias úteis”, explica o diretor-geral do Detran, Marcos Traad.

O Detran reforça o pedido para que o usuário mantenha sempre os dados atualizados. Caso o documento não chegue após dez dias é possível consultar onde se encontra pelo site do Detran, em “veículo”, “licenciamento”, “entrega do CRLV”.

COBRANÇA – A Guia de Recolhimento é no valor de R$ 68,42 (para todos os veículos). Os proprietários que estão em atraso com débitos de multas, Imposto sobre Propriedade de Veículo Automotor (IPVA) ou Dpvat, além do valor do Licenciamento exercício 2015, terão os valores a serem quitados acrescidos a guia.

A tabela completa com as datas e a consulta a situação do veículo estão disponíveis no site www.detran.pr.gov.br, na aba “veículos”, “licenciamento anual”.

PAGAMENTO – O Licenciamento deve ser pago nas instituições bancárias credenciadas junto ao órgão de trânsito: Banco do Brasil, Sicredi, Bancoob e BancoRendimento. Correntistas do Banco do Brasil podem realizar o pagamento com o número do Renavam no caixa do autoatendimento ou pela internet.
Proprietários de veículos que não são correntistas precisam seguir o passo a passo no caixa automático:

1º passo: Apertar a tecla entra e selecionar a opção consulta
2º passo: Selecionar protocolo para pagamento on-line
3º passo: Selecionar taxas Detran do Estado do Paraná
4º passo: Selecionar licenciamento anual / DPVAT
5º passo: Digitar número do Renavam
6º passo: Escolher a opção de pagamento do licenciamento e retirar o protocolo para pagar na agência ou banco conveniado

Fonte: Assessoria de Comunicação
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10 chaves de carros mais luxuosas do mundo, confira.

10 chaves de carros mais luxuosas do mundo, confira.
Além de fazerem verdadeiras obras de arte sobre rodas, as montadoras de luxo fazem questão de caprichar até nas chaves das suas máquinas. A Quatro Rodas fez uma lista com as 10 mais surpreendentes e luxuosas do mundo. Dá uma conferida:




ASTON MARTIN
Os carros da marca inglesa têm uma chave feita de cristal Baccarat. Inserida no painel, sua base funciona como um botão de ignição. Chamada oficialmente de Unidade de Controle Emocional, desperta o motor ao ser apertada e, logo depois, surgem no painel as palavras que compõem o slogan da empresa: Power, Beauty e Soul.



KOENIGSEGG CCX

Esculpida em prata na forma do logotipo da Koenigsegg, ela funciona por aproximação e traz só um botão no verso para ativar o alarme. Tal como uma joia, a marca sueca recomenda fazer o polimento uma vez por ano para manter seu brilho.



BUGATTI VEYRON
O superesportivo francês possui duas chaves: uma é convencional, do tipo canivete, como em qualquer outro carro, e serve para dar a partida. A outra, com acabamento mais esmerado (acima), tem a função de despertar os 1001 cv por meio do modo Top Speed.




PAGANI HUAYRA
A “chave” tem a forma da carroceria do superesportivo italiano. Feita de alumínio, além de acordar o motor V12, serve como um pen drive USB no qual é possível gravar qualquer arquivo digital.



VW PCP
Desenvolvido a partir do conceito VW PCP (Projeto Carro do Povo) na China, ela tem 9 mm de espessura e sua tela sensível ao toque de alta resolução informa o nível da gasolina no tanque, as condições meteorológicas e até a pressão dos pneus.



SPYKER C8
No superesportivo, a chave é um belo disco de metal com o nome da fabricante e o slogan da companhia: “Nulla tenaci invia est via”, frase em latim que significa “Para os persistentes, nenhum caminho é impossível”. Ao centro, há os botões L e R para travar/destravar individualmente a porta direita ou a esquerda.



ASTON MARTIN DBS
Sim, é um relógio de pulso, mas ele também pode abrir as portas para você. Produzido pela Jaeger LeCoultre, o AMVOX2 DBS Transponder permite destravar o carro: basta tocar no visor entre os marcadores 8 e 9 horas. Para travá-lo, é só repetir a operação entre os ponteiros de 3 e 4 horas. Há uma opção ainda para DB9 e Rapide.



BMW i8
Esta parece mais um smartphone em miniatura: tem uma tela de alta resolução na qual é possível consultar o nível da carga das baterias que alimentam o motor elétrico do esportivo híbrido, a distância que ele pode percorrer antes de precisar reabastecer, quantos litros de combustível há no tanque de gasolina ou o total percorrido.



FORD MY KEY
Presente em carros da marca como o Edge, o MyKey é programado pela central Sync para que o dono deixe o veículo com o filho ou o manobrista. Assim, ele restringe a velocidade a 130 km/h, avisa ao atingir 75, 90 e 105 km/h e limita o volume do rádio a 45% do máximo.

 

TESLA MODEL S
O charme está no seu formato, igual ao do carro elétrico que ela liga. Como não traz nenhum botão aparente, para abrir as portas ou o porta-malas, basta tocar na respectiva parte da miniatura que a tecnologia se encarrega de fazer o resto.

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A Evolução dos motores 1.0 no Brasil

A Evolução dos motores 1.0 no Brasil
Em agosto de 1990, o governo brasileiro reduziu as alíquotas de IPI para um novo segmento no mercado de automóveis, o dos veículos com motorização entre 800 e 1.000 cm3. O percentual caiu de 40% para 20%.

A Fiat foi a primeira a reagir diante da novidade e em 60 dias apresentou o Mille, versão 1.0 do Uno com 48 cv e 7,4 kgfm. O modelo foi o primeiro da nova categoria que ainda não havia nascido, a dos chamados carros populares, que tinham como base o motor 1.0.

Até 1992, apenas o Fiat Mille existia com motor 1.0, mas agora surgia o Volkswagen Gol 1000 com seu motor AE (Ford CHT) de 50 cv e 7,3 kgfm. Logo em seguida apareceu a resposta da Fiat com o Mille Electronic em 1992 com seu motor 1.0 de 56,1 cv, o “1.0” mais rápido do mundo na ocasião.

A GM partiu para o Chevrolet Chevette Junior, que teve o vetusto motor 1.6 reduzido para 1.0, entregando 50 cv e 7,2 kgfm. O Ford Escort Hobby só apareceu em 1993, igualmente com 50 cv, pois usava o mesmo propulsor do Gol.

Em fevereiro desse ano, o governo novamente mexe no mercado automotivo ao criar o programa do carro popular, que centrava-se no motor 1.0 e em um pacote básico. O IPI caía para apenas 0,1%.


Briga por potência

A Fiat por sua vez, viu a potência do Mille cair para 47 cv e 7,1 kgfm com o uso do catalisador. Em 1994, o Chevrolet Corsa substitui o Chevette e a versão Wind toma conta do lugar da Junior. Ele tinha motor 1.0 8V com 50 cv, 7,7 kgfm e injeção eletrônica monoponto. Os Fiat Fiorino e Fiorino Pickup também passaram a usar o 1.0 de 56 cv.

Em 1995, o Gol 1000 Plus surge na segunda geração do modelo, mas mantendo os 50 cv do modelo “quadrado”. O Mille Electronic é substituído pelo Mille i.e, que vinha com injeção e alcançava 58 cv e 8,2 kgfm. Esse ano também representou o fim do protocolo do popular, mas o motor 1.0 seguiu firme e forte.

O Palio nas versões ED e EDX chegava com motor 1.0 de 61 cv e injeção multiponto em 1996. O Ford Fiesta aparecia com o motor Endura-E 1.0 de 51,5 cv e entrava no páreo, ocupando o lugar que fora do Escort Hobby. Diante do “potente” Palio 1.0, a GM reagiu com o Corsa Wind Super e seu motor 1.0 de 60 cv e injeção multiponto.

Em 1997, o Gol Plus agora adotava o novo motor EA111 1.0 com 54,4 cv, mas a VW divulgou que era 62 cv, sendo essa a potência bruta e não líquida. Nesse ano, o Mille perdeu potência com o catalisador, baixando para 57 cv.

A VW novamente entra na briga pelo 1.0 mais potente com o EA111 16V, que entregava 69 cv e 9,3 kgfm. Era o primeiro do tipo no segmento. O Plus 16V chegada também à Parati. O Ford Ka surgia com um Endura-E mais potente, entregando 53,5 cv contra 51,5 cv do Fiesta.

O ano de 1998 foi relativamente tranquilo na já estabelecida guerra dos carros 1.0, agora definitivamente chamados de populares. No começo de 1999, a Ford aposenta o Endura-E e bota no lugar o famoso Zetec Rocam 1.0 com 65 cv para o Fiesta e Ka.

Nessa ocasião, Siena e Palio Weekend já faziam uso do motor 1.0 de 61 cv, enquanto a GM apostava no 1.0 de 60 cv para o Corsa Sedan. Mas não demorou a aparecer o motor 1.0 mais potente da Chevrolet, com injeção sequencial, entregando 68 cv e 9,2 kgfm. A americana voltava à briga. Os Corsa hatch, Sedan e Wagon usaram esse motor. O Clio aparecia com motor 1.0 8V na versão RN e tinha 59 cv.

Primeiro downsizing

Com a geração III, Gol e Parati ganhavam um novo impulso com mais uma redução do IPI para motores até 1.0, uma versão 16V Turbo. Foi o primeiro motor 1.0 turbinado do país, que tinha inclusive comandos de válvulas de admissão variável e intercooler. O “pai do TSI” entregava incríveis 112 cv (o mesmo de um AP 2.0, por exemplo) e 15,8 kgfm a 2.000 rpm. A performance era surpreendente. Até hoje, nenhum 1.0 nacional alcançou essa marca.

Sem ousar tanto, a Fiat lançava o Fire 1.0 com 8 ou 16V, entregando 55 e 70 cv, respectivamente. Mille, Palio e derivados se beneficiaram do propulsor mais moderno. A GM lançava o Celta com motor 1.0 de 60 cv. No ano de 2002, a GM retirou os 1.0 16V, mas o Novo Corsa chegava com um 1.0 8V de 71 cv. O Peugeot 206 chegou a ter motor 1.0 16V nessa época, compartilhado com a Renault e com 70 cv.

A Ford lançava nesse ano o Novo Fiesta e com ele o motor Zetec 1.0 Supercharged, que era equipado com um compressor volumétrico e entregava 95 cv. Na VW, o Polo chega com opção 1.0 16V de 79 cv, mas logo foi retirado de linha por conta da diferença de preço com o 1.6. O Gol Power 1.0 16V passou a entregar 76 cv, ficando o 8V com 65 cv. O Clio 1.0 16V entregava 68 cv.

O Clio 1.0 16V passou a entregar 70 cv ante 68 cv anteriormente. Em 2005, a Fiat elevava a potência do Fire 1.0 de 55 (exceto Mille) para 65/66 cv na versão Flex. O Gol Total Flex 1.0 passou a ter 65/68 cv, respectivamente com gasolina e etanol.

O Clio HiPower oferecia 76 cv ante os 70 cv das versões anteriores, mas depois surgiu o HiFlex com 77 cv. Em 2006, o EA111 adota a nomenclatura VHT e entrega 72/76 cv. A GM elevou a potência do 1.0 para 78 cv com etanol, enquanto a Ford mantinha o Ka um pouco mais fraco que o Fiesta, cujos 71/73 cv davam conta do recado.

Hyundai Kappa (HB20 e Picanto)

Segundo downsizing

A partir da segunda década do século 21, o motor 1.0 começou a evoluir novamente, iniciando um longo processo de evolução em termos de eficiência energética, o que resultou em redução do tamanho e emprego de mais tecnologia. Cabeçotes de 16V e tecnologia Flex eram o que existia de mais moderno nesse segmento até 2012.

A barreira dos 80 cv (com etanol) foi quebrada pelo Renault Clio Campus 1.0 16V, estabelecendo assim uma nova meta de potência para o 1.0. A GM manteve 78 cv no Classic, mas com o Onix, o 1.0 SPE/4 atinge 80 cv. A Fiat não entrou mais na briga por evolução no segmento 1.0, permanecendo com o Fire na faixa intermediária de potência entre 73 e 75 cv. O fim do Mille aposentou a versão de 65/66 cv.

O HB20 da Hyundai chegou com três cilindros, sendo o primeiro nacional com essa configuração e entregando até 80 cv (o mesmo do importado Kia Picanto). A Volkswagen lançou o novo EA211 com três cilindros, alcançando 82 cv. O mesmo foi feito pela Nissan com um 1.0 de três cilindros, mas com até 77 cv.

Volkswagen EA211 R3 TSI (up!)

No entanto, foi o Novo Ka que estabeleceu um nível mais elevado, alcançando 85 cv com etanol em seu novo motor 1.0 de três cilindros. Com 80 cv na gasolina, ele é o mais potente 1.0 aspirado da atualidade. A redução de cilindros se tornou uma missão para as marcas presentes nesse segmento.

Em 2015, o up! – até então com o 1.0 12V de até 82 cv – passa a dispor do novo EA211 1.0 TSI, que entrega 101/105 cv e 16,8 kgfm. O propulsor é o primeiro com injeção direta e turbo com tecnologia Flex. Também tem duplo comando de válvulas variável e intercooler.

Até o momento, GM, Renault, Fiat e, em parte, a Volkswagen ainda mantém motores 1.0 com quatro cilindros, tanto com 8V quanto com 16V. A VW é a única que oferece 1.0 turbo e futuramente aguardamos novos motores 1.0 com esse dispositivo. Dos 47 cv que um dia o Mille entregou no começo de sua carreira aos excelentes 112 cv do 1.0 16V Turbo dos Gol e Parati, o motor 1.0 nasceu humilde no Brasil e hoje dá uma aula de tecnologia com o mais recente TSI.
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Precisando Limpar o Banco do seu carro? Confira essas dicas para Tecido ou Couro

Precisando Limpar o Banco do seu carro? Confira essas dicas para Tecido ou Couro
Além da limpeza rotineira com aspiradores e paninhos para tirar o pó, limpar o banco do carro também exige alguns cuidados especiais para cada tipo de banco, nível de sujidade e manchas que eventualmente possam vir a ter. Independente de qual seja o seu banco, uma dica é ter sempre toalhinhas umedecidas no carro, pois estas podem salvar seu estofado de manchas permanentes.


Segue uma lista com o passo a passo para manter o banco do carro, seja ele de tecido ou couro, sempre como novos, confira:

Limpar bancos de carro: tecido

Os bancos de tecido, seguindo cuidados regulares, são fáceis de manter impecáveis. Porém, partindo do princípio que nunca foram limpos antes, vamos às dicas práticas.

1. Assim como fazemos a limpeza dentro de casa, limpar o banco do carro não é muito diferente. Começamos pela sujeira mais visível e de fácil remoção, como poeira, terra, farelos, pelos, entre outros. Com o auxílio de um aspirador, remova a sujidade desde as partes centrais do banco, até às partes menos alcançáveis, onde se encontra o maior acúmulo de sujeira, como no vão entre o assento e o encosto, nas laterais onde o banco se encaixa e também nas costuras.

2. Feito o primeiro passo, separe um pano em microfibra (para não soltar fiapos), uma escovinha apropriada para tecidos (cerdas muito rígidas podem desfiar o banco), água e sabão neutro para começar a limpeza efetiva. Controlando sempre a quantidade de água, se o banco estiver livre de manchas, passe apenas um pano levemente úmido para a remoção da poeira. Caso esteja com sujeira impregnada ou manchas, a recomendação é utilizar a escovinha para esfregar estas áreas com sabão neutro e água, passando um pano em seguida para remover excessos de produto. Hoje em dia existem também diversos produtos voltados especificamente para a limpeza de bancos em tecido, como a espuma seca, que pode facilitar muito na hora de limpar o banco do carro. Porém, caso não queira optar por eles, fique apenas com o sabão neutro ou o detergente para lavar roupas, em pequenas quantidades.

3. Feita a limpeza, abra todas as portas do carro e deixe ventilar por pelo menos meia hora.

Dicas para remoção de manchas

Substâncias oleosas: para remoção de qualquer substância oleosa, como óleos e graxa, a regra é a mesma. Enxugue a área para remover o excesso e, em seguida, limpe com sabão neutro.

Chocolate: a fim de evitar o aparecimento de insetos, a remoção deve ser rápida. Primeiro, endureça o chocolate com o auxílio de uma pedra de gelo. Após isso, pode optar entre duas opções: remover o chocolate endurecido com uma espátula ou aplicar sobre a área um pano ou algodão embebido em vinagre, esfregando bem. Finalize com um pano umedecido em água e sabão neutro.

Caneta: riscou com caneta esferográfica? Não se preocupe. Álcool, acetona ou vinagre branco aplicados em pequena quantidade sobre a mancha podem resolver.

Lama: se estiver seca, esfreque com uma escovinha sem molhar. Assim, quando o excesso de for removido, molhe a escovinha e volte a limpar.

Limpar bancos de carro: couro

Apesar de requererem mais cuidados, os bancos de couro são mais fáceis de limpar. Mantenha uma rotina de limpeza para que eles pareçam sempre novos. Aspire-os todas as semanas e hidrate-os de seis em seis meses.

1. Assim como o primeiro passo para limpar o banco do carro em estofados de tecido, remova a sujeira mais superficial com o auxílio de um aspirador. Foque-se nas costuras, laterais e na união do assento com o encosto, pois estas costumam acumular mais sujeira.

2. Feito isso, com o auxílio de um pano de microfibra umedecido apenas com água, passe por toda a extensão do banco, a fim de remover as manchas e sujeiras mais fáceis. Passe um pano seco logo em seguida.

Se o banco estiver bastante sujo, fuja dos produtos de limpeza doméstica e opte pelos produtos desenvolvidos para este propósito, aplicando-os com auxílio de uma camurça ou com uma escovinha de cerdas macias. Outra alternativa funcional, mas menos eficaz, é o sabão neutro. Retire o excesso com um pano de microfibra.

3. Em seguida, hidratar o couro é uma das partes mais importantes. Para isso, pode-se utilizar de um condicionador específico para bancos de couro ou mesmo optar por um hidratante corporal à base de leite. Aplique com as mãos e deixe agir por cerca de 10 minutos, retirando o excesso com um pano de microfibra a seguir. Abra as portas do veículo e deixe secar por meia hora.

Remoção de manchas

Ao contrários dos bancos em tecido, o couro exige muito mais precauções na hora de remover manchas. Apesar de serem mais fáceis de limpar, o uso de alguns produtos podem agredir o couro e mudar a coloração dos mesmos. Nestes casos, opte sempre por limpadores comercializados especialmente para couros. Outra dica é usar um pano umedecido em água morna para abrir os poros do couro antes de aplicar algum produto para remover manchas e sujeiras mais profundas.
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Saiba como Aumentar a vida útil dos Pneus do seu Carro, Confira essas 10 dicas

Saiba como Aumentar a vida útil dos Pneus do seu Carro, Confira essas 10 dicas
Já deu uma olhada nos pneus do carro para checar se os bicos ainda estão lá? Ou se a pequena saliência localizada no sulco não está no mesmo nível da banda de rodagem? Se você ignora esses detalhes, é bom rever seus conceitos. Eles influenciam diretamente na segurança e na boa dirigibilidade do carro e que vão além dos conhecidos cuidados com a calibragem e o desgaste. Até as variações climáticas, bastante comum em Curitiba, impactam na vida útil dos componente. Confira dez dicas que podem ajudar a preservar os “calçados” do veículo um pouco mais

Dica1 - Direção defensiva:
É uma boa maneira de aumentar a durabilidade dos pneus. Evitar freadas bruscas, mantendo uma boa distância para o veículo à frente e respeitar a indicação de velocidade da pista são algumas medidas que refletem positivamente no consumo de combustível, na durabilidade dos pneus e, consequentemente, no seu bolso. Além disso, essa é a melhor maneira de evitar acidentes.

Dica 2 - Variações de temperatura: As mudanças climáticas costumam afetar a pressão dos pneus. Nas cidades que têm frequentes alterações bruscas de temperatura, como é o caso de Curitiba, é comum que os pneus do carro percam pressão mais depressa. Portanto, não custa conferir com a calibragem com mais regularidade, pois o pneu sem a pressão suficiente aumenta seu desgaste e o consumo.

Dica 3 - Ressecamento: Evite estacionar sobre manchas de óleo, de combustíveis, e lavar com produtos que contenham solventes. Tais produtos causam danos à borracha, ocasionando o ressecamento dos pneus. Com isso é mais fácil o aparecimento de furos.

Dica 4 - Data de fabricação: Observe na lateral do pneu e procure por uma série de números, próximo às informações que indicam o modelo do pneu. Os dois primeiros números informam a semana de fabricação do produto e os dois últimos o ano. Ou seja, caso o número seja 3514, por exemplo, significa que ele foi fabricado na 35ª semana (julho) de 2014.

Dica 5 - Válvula de ar ou bico: Muita gente não sabe, mas além de evitar a perda de pressão o bico também ajuda a bloquear a entrada de sujeira. Portanto, ele não pode faltar no pneu. Por ressecar com mais facilidade, o recomendável é substituir a válvula de ar a cada troca do composto.

Dica 6 - Excesso de carga: Obedecer a capacidade de carga é outro ponto importante. Ao sobrecarregar o veículo sem prestar atenção ao esforço que isso representa para os pneus, também acarreta maior desgaste. Eles podem estourar e causar acidentes. A capacidade é informada por números ao lado da letra (índice de velocidade).

Dica 7 - Calibradores: Fique atento aos aparelhos calibradores. Procure saber se o dispositivo passa por revisões periódicas. Com um calibrador mau regulado, não é possível saber a exatidão das libras colocadas no componente.

Dica 8 - Lubrifique os parafusos: A lubrificação dos parafusos das rodas ajudam a soltar as peças, principalmente no momento em que é preciso efetuar a troca do pneu, em caso de furo, além de preservar o item contra a ferrugem.

Dica 9 - Profundidade: Há uma saliência no sulco do pneu conhecida como TWI (Tread Wear Indicator). Quanto mais próxima ela estiver da superfície do pneu, maior o desgaste. Se o nível dela se igualar à banda, indica que é o momento da troca dos componentes. A profundidade mínima não pode ser inferior a 1,6 mm, medido da base do sulco a parte mais externa da banda de rodagem. Abaixo disso, o pneu terá dificuldade de expelir impurezas e água acumuladas sobre a pista, perdendo a eficiência do pneu numa frenagem ou em curvas.

Dica 10 - Rodízio: Realizar regularmente o rodízio dos pneus ajuda a garantir um desgaste mais uniforme, prorrogando a troca. A maioria das montadoras e fabricantes de pneus recomenda o serviço a cada 10 mil km, porém consulte o manual do seu carro para saber o período mais propício.
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Como manter seu carro inteiro aos 100 mil kilometros, confira dicas.

Como manter seu carro inteiro aos 100 mil kilometros, confira dicas.
Pistas de bons tratos
A importância das revisões preventivas são essências para o cuidado do seu veículo.
De a atenção a junta do cárter do motor, indicação de um possível vazamento de óleo ou de algum outro serviço na parte inferior do motor
 Outro indicador de que as revisões preventivas são importantes é o fato dos flexíveis de freio (mangueiras que levam o óleo do freio até as pinças da roda) sejam substituídos.
Estes itens, apesar de terem um custo baixo de reparo, podem gerar grandes gastos e comprometer a segurança dos ocupantes.

Seu carro não representa todos
É um equívoco muito comum entre os proprietários avaliar um modelo ou marca pela experiência com o próprio carro: se ele é bom, a marca é ótima; se estiver ruim, a marca é péssima. Estatisticamente, isto não tem validade.
Um carro é apenas uma unidade em meio a milhares produzidas e não se pode atestar a qualidade de um modelo avaliando somente uma unidade.

Além das revisões periódicas, existem outras situações que interferem diretamente na vida útil de um carro de 100.000 km: a forma de dirigir, o asfalto, a maresia. Mas posso garantir é que fazer as revisões prolonga a vida útil de qualquer carro.

Revisão é cara? Conserto é mais
Não temos o hábito de fazer revisões preventivas, porém, quando subimos em um avião, trem ou no ônibus rezamos para que as revisões estejam em dia.
As justificativas para adiar a ida a oficina são sempre as mesmas: “É caro”; “Não precisa”; o “Mecânico inventa serviços”; “A concessionária cobra, mas não executa”; “Tem que ficar uma semana sem o carro”...

Pular revisões podem sair mais caro
Tudo isso pode acontecer, mas deixar de cuidar do carro é a pior opção. Uma locadora, por exemplo, possui dezenas de carros e pode ter a certeza que ela faz a revisão em toda frota: no final das contas, é mais barato.

Fazer check-up no posto de combustíveis, olhar os itens básicos, é o mínimo com o que qualquer proprietário deve se comprometer, mas o frentista não é um especialista, ele não está preparado nem possui as ferramentas necessárias para fazer um diagnóstico assertivo.

Se você quer dar uma vida longa ao seu carro, faça a revisão em uma oficina de sua confiança.
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10 dicas simples para descobrir se um carro já foi batido

 10 dicas simples para descobrir se um carro já foi batido

10. Documentação
Caso o veículo tenha sofrido uma grande colisão e tenha passado por reparos estruturais é possível que haja a remarcação do chassi. E essa mudança no carro batido é descrito no documento e identificado como Sinistro ou REM, que significa chassi remarcado.

9. Pintura
Se você for principiante no assunto e não sabe como identificar carro batido, a dica é avaliar a pintura em um local iluminado. Com bastante atenção você poderá identificar diferenças nos tons das cores. Procure em pontos estratégicos, como por exemplo, próximo aos para-choques.

8. Massa plástica
Caso desconfie de algum ponto no carro com pintura alterada, você também pode dar pequenas “pancadinhas” na região para descobrir se fazem barulho diferente do restante do carro. Em caso positivo, pode significar o uso de massa plástica para corrigir algum amassado, resquício de um carro batido.

7. Simetria
Para saber se é um carro batido e que não passou pelos devidos reparos, você pode observar se as portas estão todas alinhadas, desde a do capô, as laterais e a do porta-malas. Elas devem manter o mesmo “espaço” em todo contorno do carro. Assim você poderá observar se estão empenadas.

6. Pequenos danos
É muito comum ver especialistas em compra e venda de carros seminovos ou usados passando a mão pela lataria na tentativa de observar pequenas ondulações. Isso porque o famoso martelinho de ouro pode não ter sido 100% eficiente e denunciar um ponto de batida na lataria do veículo. Você também pode fazer esse procedimento.

5. Ferrugem nas soldas
As soldas das montadoras dificilmente enferrujam, mesmo com o tempo. Mas, caso o veículo tenha sofrido uma colisão frontal e teve a necessidade de unir o painel com o paralama, por exemplo, ferrugem nas soldas podem denunciá-lo. Procure por grandes diferenças nas juntas e observe se foram refeitas.

4. Formato oval
É o que identifica fortes colisões traseiras. Os profissionais em reparos conseguem, com destreza, reparar carro batido no porta-malas, sem deixar muitos vestígios. Porém, se o step do carro ficar neste local, retire o tapete e observe se a estrutura em que ele se encontra está perfeita e não oval. Além disso, os remendos e soldas também podem ajudar a identificar.

3. Faróis e lanternas
Repare se esses itens estão todos iguais e, dependendo de quanto usado for o carro, se ele não está demasiadamente novo. Em alguns casos, quando o carro sobre uma batida, os donos costumam trocar apenas aquele farol ou lanterna que foi danificado. É notável a diferença entre o equipamento novo e usado.

2. Vistoria cautelar
Caso você esteja realmente interessado na compra daquele veículo e ainda tem as suas dúvidas pode negociar junto ao vendedor uma vistoria cautelar. Empresas especializadas no ramo chegam a cobrar um valor a partir de R$ 150,00 para avaliar os principais itens e descobrir se o mesmo é um carro batido.

1. Consultas Onlines
O próprio site do Detran permite que seja realizado uma consulta da situação do veículo a partir do CPF do proprietário e código Renavan do veículo. Sites particulares (cobrança média de R$ 50,00) realizam essa consulta em parceria com os principais órgãos públicos relacionados ao trânsito, como por exemplo o Car Check.
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